machado da mata II


Entre todas as almas que eu possa ter, só precisava da tua,
de todos os abraços que não te dei e ficaram eternizados no quase
de todas as vezes que falei e amei, em colchão, no chão ou do lado de fora,
de todos os carinhos nas costas, beijos cheiros e constrangimentos que se foram,

a felicidade ocupa um espaço no passado e o passado nos revela a insegurança,
o medo e orgulho não afasta do precipício, mas longe do precipício não podemos voar
precisamos da gente não que somos carentes mas quase defeituosos, pelo tempo
estou cansado de chorar lagrimas que brotam de avisar, pra se fazer lembra

que o que dói não é a ausência, mas sim a presencia em outro lugar
são os novos sorrisos que não são direcionados a mim, os novos planos,
enganos, é o desconhecido que escolhemos não deixar nascer,
talvez o mais certo seja fechar os olho e tentar esquecer

e como chegaremos as nuvens com os pés no chão?
se o que dava asas a sua imaginação era o seu saber!
o luto que me cerca e não estou dizendo que é fácil
saber escolher se pulo mesmo sem assas para um outro ser

vencer não é uma opção não me engano mais o que me satisfaz
é pensar que isso pode acabar um dia, pois até a melodia tem um final

a senhora dos desejos

o peso da labirinto que se move em minha mente,
é tão nu, mais que frágil, tão triste é doente,
o medo da sol, o medo da chuva fisgar como o azol
teu olhar como a lua, se move pela minha pele nua

a posição dos meus dentes, aprisionando minha língua,
bicho solto e selvagens, fere com saliva as lagrimas,
que aos poucos adentra em sua taverna buscando refugio,
eu queria apenas recostar em sua perna para sentir a caricia fraterna

eu sou teimoso, sou sensível, sou guloso, imperfeito
cheio de defeitos, mas sou apenas eu, do meu jeito insatisfeito,
tinha em meus braços um diamante cor de rosa
uma flor tão cheirosa, que provocava inveja tristeza

fujo pois o medo de ser feliz me assombra

o vento não soube soprar suas lembranças da minha memoria
o tempo não soube parar tua presença da minha essência e agora
o desejo não quer se perder ao longo do espaço e a distancia
o que eu faço e escrever pois o que eu poço aprender a esquecer,

se desejamos fazemos, nos permitimos, sedemos,
se nos apaixonamos nos entregamos, eu nunca quis ir embora
nunca quis resistir, nunca quis permitir, nem mesmo existir,
por favor vai embora por que é tão dificil entender quando termina

quando deixamos de ser vilões, heróis e donzelas
e somo arremessados contra o chão duro da realidade
aquele instante que caímos em nós mesmo, vemos quem somos
os cristais se quebram e é o fim...

a chuva jamais cairá igual, o vento e o olhar assim é se apaixonar
se perder ou se deixar, se levar ou pelo menos pedir pra ficar.

Intuito de criar


Se eu pudesse falar ao mundo o que eu sinto, 
se eu pudesse interpretar aquilo que eu penso,
 se eu pudesse beijar a mulher amada como antes,
se eu pudesse morrer e morar nos sonhos como um fantasma.

se eu pudesse girar a ampulheta e desfazer os meus paços,
se eu pudesse encontrar os pedaços que quebrei ao errar,
se eu pudesse com amor e carinho o ódio transformar,
se eu pudesse ao abrigo retornar e nos teus braços descansar

se eu pudesse o medo e o desespero ignorar,
fazer para de chover dentro de mim e em fim,
transbordar pelos meus olhos a alegria ausente,
e sentir a semente que secou e não vingou com o intuito de criar

se eu pudesse as lembranças arrancar pela raiz,
se eu pudesse me enganar fingir ser bom e acreditar,
não ter ameaça só a paz que a verdade traz,
a confiança esperança e o desejo da incerteza plano conforto.

se eu pudesse sofrer mais um pouco, até ficar louco,
e finalmente ter razão naquilo que não desejo,
naquilo que é mais do que eu o sentido é interno

e na diversidade choramos juntos depois rimos,
continuo indo e te olhando, a falta de orgulho,
a atitude na defensiva, a vontade de ser notado 
mesmo que uma ultima vez e que de tudo de errado estou do seu lado,

mas você não viu e pois partiu

olhar pra trás olhar pros lados, invadir e observar, causa dor 
fecharei os meus olhos abraçarei meu amor, talvez outra vida... 

pegadas da alvorada



pássaros e flores no jardim e eu sem vontade de sair, nem existir,
as vezes a chuva cobre com um cinza, nuvens no céu trás um vento gelado,
que leva os seus cabelos para todos os lados, molhados permaneciam sempre entre
meus dedos, lábios, linguá, gosto e jeitos se fizeram presente um presente pra existência
 
e eu só me perguntava como o amanha pode ser melhor que hoje
e permanece... não importa se não havia montanhas e se os carros passavam
estávamos nus por dentro momentos eternizados, hoje por um suspiro e um lamento
mas os passos em silencio ja não toco mais, verdades inventadas tornam tudo mais claro

não posso ser protetor de ninguém agora a clareza me foge mais pra mim tudo bem
se sofro é por que ainda estou vivo e sobrevivo por que tenho sorte e sou forte
pegadas da alvorada caminhando a favor do sol nascente, como uma criança ele nasce
sei que em breve ele virá morrer na minha frente assim como o que habitava dentro de mim
posso escolher os céus, mas com esse calor prefiro uma gruta úmida,
dessa vez eu aprendi até onde não devo ir, mas será que lembrarei disso?
posso ter ilusões e começar a acreditar que sou feliz como sempre eu sou

dentro de mim ou de você, como a noite que corre um vento gelado
mas não há ninguém ao meu lado a paixão passou por aqui e devastou
agora quero amor verdadeiro alguém que me ame de verdade e eu consiga amar
não alguém que possa gostar de mim e com o tempo se adaptar pois não sou um corpo vazio

todo sentimento nos maltrata, alguns acham que a paixão nos maltrata, e o amor nos mata,
eu só queria uma mão, que estivesse sempre presente acima das pedras para me ajudar e queria ser o travesseiro o parceiro verdadeiro como o amigo, a unica opção, o amante,

escapar do que sei e do que sinto, e ver o mar para mudar o que eu sei,
eu sou simples só não gosto que concordem comigo, se vc não sabe,
o que é se sentir perdido, sozinho sem amigos, e não adianta entrar em negação
por que existe uma canção especial para vc, que te fará aceitar as pedras e o fim

mas e se vc esquecer quem vc é? talvez não seja tão ruim...
mas se vc esquecer de sentir? não faz mal estará protegido
mas se vc simplesmente evitar e negar que sab? pra que viver então?
mas se tudo for só medo? é sinal que não é pra ser‼

Dos olhos a alma

tudo em ti me acalma, em lugar de trovões a canções,
palavras mansas me seduzem, me conduzindo a um leve de paz
a um prazer que se sente na superfície e é evidente em sorrisos
ha uma imensa coragem que ausência do medo não traz

de dentro pra fora nos conhecemos ha tempos nos amamos, 
nos tocamos nos sentimos, amor hibernado que nos explora prazer nos devora,
tão adulto e juvenil que como a boca e os olhos o tempo se abriu
surgiu o sol e o novo horizonte, as flores e o mar não são mais como antes

 visitantes de um novo reino que veio pra ficar,
o renovo dentro de mim tem o seu reflexo sua assinatura
do deserto sem brilho sem sol sem vida brota momentos felizes 
totalmente especiais, em que somente a fertilidade pode doar

e o que falar do medo que é gigante quando separados 
e junto nem sombra faz, mas  o desejo toma seu lugar 
buscamos o caminho de agradar um ao outro
somos um do outros como o pássaro da preza e a preza é do pássaro

conhecimento não nos falta nem vontade ou desejo
a paz do seu sorriso ilumina o meu bom dia, 
seja por mensagens ou telepatia a saudade nos revela 
que somos bem menos que mais que juntos se completa

Ser ser humano

No cemitério dos meus pensamentos você repousa,
o vento frio canta por entre os galhos secos das arvores,
que dentre as vidas que se foram a amargura se revela,
pensamentos abortados pela mudança repentina do raciocínio,

talvez nunca a praticidade seja fiel ao meu desespero,
certamente nunca caminharei pelo caminho menos penoso
as vezes me parecem que o caminho mais seguro é um erro certeiro
que por consequência trará um futuro bem mais doloroso

a felicidade se faz na distração e na busca pela conquista
o que nos torna talvez mais complicados ou até masoquistas
serei um guerreiro, conquistador de reinos, leal e otimista
ou apenas um plebeu sentado na beira de um precipício a espera de esmolas e moedas fascistas...

veja como é contraditório a motivação do ser
quando acabamos por ter, perdemos a tesão,
a ação de conquistar, revela o maior interesse
depois que tudo se torna felicidade manter se torna mera vaidade

seja como for serei eu... o amor nas sombras, a amizade do hoje
a verdade no sempre e o quase em cada espaço que faço

...

em busca da tua presença II


parte dois
[...]

nossos olhos se encontram, o desconhecido sempre aceito, me convidas para o teu leito, meio bagunçado, mas se da um jeito, na minha mente só consigo pensar sacanagem, na tua mente o desconhecido, mas depois do primeiro beijo de comprimento o segundo e mais lento, cheio de toque que se arrastam o terceiro mais próximo da boca, é tão lento que só paramos com um beijo na boca


-hum... você esta linda‼
desliso minha mão até sua nuca, sinto sua respiração mais ofegante. ainda mais do que antes...

olho pro se corpo nem preciso dizer que estou louco, na minha visão vc morde os labios de tesão, enterro ainda mais no seu cabelo te trago ainda mais pra perto de mim sinto teu cheiro apertando sua bunda peito seu levantando sua perna ate o meu corpo se encaixar ao seu, chupo sua boca pescoço descendo pros peitos vou enrugando teus mamilos te sentindo arrepiar 

- Acho melhor parar você diz, mas essas palavras não são obedecidas nem por quem diz


e com a boca eu vou descendo tua barriga e vou descendo ainda mais te deixando só de calcinha e vou beijando por dentro de suas coxas chupadas fortes e longas passadas de linguás lenta e profundas, teu cheiro é um convite de prazer, ao eu tocar minha linguá esta mais do que molhada a sua baba de menina escorre pela minha linguá  e vou sentindo a pele liza meu olhos não existem mais sou só cheiro e gosto sensação que passa de um pro outro sugo você pra dentro de mim busco seus peitos bem da queles jeito por de traz das suas coxas, c aperta minha linguá pedindo vamos agora sua lingua é macia preciso de algo que me alivia...

o prazer permitido

nossos olhos se encontram, o desconhecido sempre aceito, me convidas para o teu leito, meio bagunçado mas se da um jeito, na minha mente só consigo pensar sacanagem, na tua mente o desconhecido mas depois do pimeiro beijo de comprimento o segundo e mais lento cheio de toque que se arrastam o terceiro mais proximo da boca, é tão lento que só paramos com um beijo na bopca

Atenção

Atenção

Quem sou

Sou um jovem como outros qualquer, moro no RJ, tenho uma serie de romances, poesias e pequenas cornicas já escrito, e sem previsão para serem lançada, o que desejo com este blog expor meus textos e principalmente ser entendido, gosto de jogar RPG, teatro, arte, musica, filmes, filosofia e debates em geral, bem sejam bem vindos a minha epifania...

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