essa noite


essa noite eu encontrei uma semente muito rara,
e atravessei o arco ires até chegar a um lago cristalino,
onde a vida nasce, próximo dele tinha um vento gelado,
que me pegava pelo braço quase que me expulsando,


logo descobri que tudo devia ter um protetor, 

das coisas mais raras, as coisas mais simples,
tentei plantar por diversas vezes em muitos outros lugares,
dei carinho zelei com mil olhares, e nada a vida não é fácil de doar

acendi uma fogueira com leves movimentos
fiz brotar a destruição, que dor no coração
ao ver os galhos gritar, me inundou o olhar
e dos meus olhos vazaram pequenas gotas

gostas que de tão tímidas sediam a favor dos pesos das lembranças
não dei muita importância, pois aquilo nem muito era
pedaços do meu passado de que eu fui e não mais era
porem na minha mão se lanchou se vazia ao me chocar com a verdade

o poder que era a mais pura fonte de pensadores, 

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eu ainda estou escrevendo pra você
pra que pode ver que você deixou raízes?
são palavras simples que remetem a lembranças 
do tempo que ja não eramos mais crianças

palavras feita de proteção que poderão sem duvidas
enfeitar qualquer canção de amor, ciume, inveja e dor
nem tudo é só passado se mexer bem vai saber que tudo ficou
exatamente onde você deixou, que na despedida talvez você não notou

o sorriso enferrujando os lábios se apertando como quem diz por que?
deve haver mais sentido na quela tal outra vida, duvida?
se você disse eu quero acreditar e finalmente confirmar os fatos
de braços vazios em vários espaços que ocupavam você

nada impede de descansar em qualquer lugar,
tudo impede que esse lugar seja você,
algo que nem eu sei entender de verdade eu não quero
não quero me conformar e ser feliz, por que ja tinha escolhido

se você permite, que o reflexo seja você não reclame,
por isso opite e não entregue os fatos a pratos limpos
só deseje se for comer, não só pra matar a fome
se vontade é coisa que da e passa, posso afirmar é muito alem de só desejo

eu queria bem mais que só te fazer companhia
se não for pra te enlouquecer, dar um pouco mais que só prazer,
de manha entrar pelos seus ouvidos em voz roca e baixinha
brincando de gato e lambendo mordendo roçando e dando meu folego

amiga das minhas tarde chuvosas onde viajo parar os braços 
como um lençol me aquece entre suas coxas que me faz tremer
o frio sempre da lugar para o prazer, sentir o inevitável e adormecer
onde o sol não deve bater mas bate, toda a intimidade vem com um pouco de maldade

e se tratando de mim posso até fingir não ser assim mas nos meus atos
não sufoco minha libido, esqueço dos seus ouvidos eu quero sua boca
da quele nosso jeito que você se sente louca, e como em campo de guerra
me agarra faremos aquela farra não existe dedos nem língua só prazer isso se chama

 eu e você

eu tive que aprender na marra, a me amarrar e me deixar ser controlado
amor das avessas espero que ja mais aconteça, sei que ja deu um frágil sorriso
e quando essa carne vira pó como um concha o eco da minha voz viverá no seu ouvido
talvez sua voz chamará um outro amigo de meu querido, mas pra mim não faz mal

já completei o meu ciclo de lembranças e fracassos pegação e amasso
estou livre de pudor, e preso talvez  pelo meu querer sabotando tudo que pode ser
mais perfeito ou certo do que eu e você, só para aprender para próxima vida ser agora
o hoje é o futuro, que o amanha nos reserva, mas sempre vai esperar por a gente ve se aprende

de tantos planos desistir de mim pareceu ser tão ruim, por que seguir em frente?
o "a gente" nunca dura tempo de mais, só o necessário para que as raízes possam fincar a terra
sabatado pensamentos que quem dera pudesse ser compreendidos sem ter feridos
você pode dançar em um campo minados sendo amigos sendo namorados mas estando
do mesmo lado sempre

quem quer saber se o que eu escrevo é sobre mim as minhas histórias vem das minhas memorias
um cata vento que com o tempo se esquece de rodar as pernas que se esquecem de abrir
a mente que não quer descansar o repouso absoluto que todos vamos criar e assim poder nos plantar
sem grande celebração nem canção que remete sorrisos só lagrimas para regar pagar pecados

finalmente pelados para um estranho sem receber prazer nem provocara arrependimentos
se não posso ser provedor de prazer que seja um vendaval devastando imensidões arrasando corações
pela dor da existência, pela teimosia da insistência adeus olhos teus adeus...



O pendulo viciante

Vento viciante, traz de volta o que antes eu era,
sol não se levante, espera o solo absorver as lágrimas,
das nuvens que se foram, dos meus olhos, meu suor,
disfarces da alma que morre, do tempo que corre, sem dó,

para aquele sentimento que não sei definir,
aquela pergunta sem resposta, angústia, 
para adormecer a vida parafraseando a frase, 
quando sentimos, que o que sentimos não é mais suficiente, 

ahh... eu to carente, meus momentos contentes
 parecem agora tão distantes, inalcançáveis,
passo a ter o valor de um chiclete mascado e colado 
abaixo da cadeira, a cola do aluno burro

tempo te culpo por tudo, por eu amar os estudos,
por eu querer voltar e me prender a uma sala de aula,
de rir com os amigos felicidade simples e quase sempre,
mas o soco vem de baixo e diz constante, sempre em frente,

caminhar pela vida descalços parece tão difícil, nos machuca ,
tortura a existência, cabulando minha estadia no êxtase da vida,
amar e sofrer é só se permitir mentir, fugir, perder pra quê? 
meus versos são muros juntados por lágrimas e sangue, 

não espero que entenda o quanto no meu mundo você é grandiosa,
linda, formosa, deusa retida de poder, os dias de chuvas me fazem pensar,
eu prefiro a ignorância de um ser desprovido de regras, 
e você a minha princesa deusa, que eu fiz coroar, 
em meu mundo só você pode me salvar,

são 3:49 e o sono se foi, na verdade nem deu as caras, cidadão tocando,
eu vou escutando,

a estranha sensação de querer esta morto, de querer perder algo que está no centro do meu corpo,
cada fechar de olhos uma pétala cai da for que não te dei, o perfume da rosa envenenou o tempo, 

onde está, o sabor da minha vida?
teus olhos sossegados, tristes e cansados
onde vou, depois da tempestade?
algum lugar alto pra poder respirar e alcançar as estrelas

vou andando
espero teu ser estar pronto

os meus segredos

há poemas que só eu irei saber
que merece ser ocultados 

Braços de hotel

Braços de hotel

vê se me erra, culpados e exilados de uma vida medíocre,
consegue enxergar as estrelas? ou o por do sol? acho que não!

onde seus pensamentos repousam só ha escuridão com todas as acusações
alegando ser perfeito por não tentar se arriscar a ser feliz...

hoje ando sozinho como um velho passarinho frágil que fugiu do ninho,
eu erro o tempo todo, com a luz do farol me cegando a cada curva,
vejo as borboletas, em forma de rimas simples é só você querer saber,
absorvemos tudo e somos absorvidos como uma grande ciclo que se fecha

imagino os sorrisos dos desatentos quando escapa minhas desgraças e fraquezas,
tudo que todos se permitem tem um significado isolado que as vezes é compartilhado,
mas isso é muito raro, você é tão bela e eu nunca te vi, tão cheirosa que eu nunca senti,
olha as flores vivas no campo nos potes da sua janela, olha a criança que não é nossa quem dera...
muitos e muitos erros não canso de contar, talvez esse seja o verdadeiro eu tentando te mostrar,
remendado por pequenos acertos que une essa caraça frágil e por hora mal conservada,
não isola seu olhar no horizonte pra que eu possa buscar com um beijo lento e molhado,
tudo que eu queria é esta quetinho do seu lado, ouvindo o seu silencio que sempre me diz...

assim como as arvores que gritam quando esta frio para nos avisar que vai chover,
dar um tempo nas brigas sentir as cotas e o frio gelado nos abraçar e saber na vida não vai se perder,
e que podemos sair pra namorar na chuva, tempo como você é violento arrastas as memorias e reescreve a historia, moldando o caminho que nunca estamos de verdade sozinhos,

e sempre o que nos revela fatos desconhecidos de nos mesmo e conquistas mortas e mórbidas,
em seus braços hoje fracos ou não a constância desconhecida por mim e por muitos, 
mas supostamente merecida, vejo que tudo teve uma serventia e é engraçado,
enxergar o fato que o mundo nos mova sem que percebemos, se fosse só coincidência,
seria por si só passageira, mas estamos aqui pra ficar esse é o nosso lugar

sempre existirá alguém pra falar apontar o dedo e julgar, então não se despedaça
faça‼ e faça com gosto, sem medos, receios esqueça, viva o sentimento pois no final 
é só o que temos, é tão bom sentir e imaginar incrível como nos completamos a distancia
parceria pra toda a vida, isso também é um sentimento, mesmo que insoluto não é absurdo,

o mundo gira e volta com os pés na minhas costas, então não pare,
se você faz seus braços de hotel, mantenha os limpo de julgamentos,
para evitar que no futuro qualquer tipo de lamento e ressentimento,
as minhas mãos estão cansadas, não tenho certeza de mais nada,

não posso te prender, ninguém merece ser aprisionado,
 exceto em um forte abraço, no apertar dos olhos, no esquentar dos pés,
entre você e eu há mais que só prazer é difícil de pensar imagina de dizer,
mas tentarei por mais uma vez descrever...

quero ver você tirar as minhas forças, enquanto a carica minhas costas,
me olhar nos olhos e sentir o meu gosto, esqueça de qualquer outro rosto,
agora respire fundo pois você é o lago mais gostoso que já me afoguei,
sou o seu recanto mais gostoso, seu ar, seu cobertor e vou te aquecer,

comigo você vai esquecer, aprender que a minha voz pode ser capaz de te acariciar,
vamos nos acalmar, agora entendo como tudo aconteceu, intensamente me agarre e me arraste
por entre suas coxas, sua barriga, sua boca, respire bem próximo ao meu corpo,
estou entrando por cada entrada, nariz, olhos, ouvidos, me encontro

E nos cantos do seu corpo eu ainda exito, não só em lembranças,
Ou em esperanças de outro dia quem sabe podermos reexistir em fim...
por isso agarre me pelos cabelos, pelos meus olhos, meus desejos,
nossos atos não une só a carne, pensamos juntos, andaremos juntos,

um pelo corpo do outro, sem pensar em mais nada e quando acaba
apenas o silencio grita, os ventos sussurram, as arvores cantam,
as gotas da chuva criam uma percussão e a poesia se inicia,
cheiro de terra molhada me fazem esquecer das minhas lagrimas salgadas

mas me fazem me lembrar de você‼

a rendição da partida

se não cuidei? é por que eu não sabia como fazer ou o porque? estou cansado de segurar os pássaros que querem tanto voar,
nunca fui bom na arte de deixar e esquecer, no momento eu explodo no outro me arrependo e ai é tarde de mais, pra olhar pra trás e se arrepender eu encisto em olhar para trás como quem olho pro espelho, buscando entender o que mudou, o que sobrou o que eu realmente sou -cá estou eu falando de mim, como quem fala dos outros, sem saber que esta sendo ouvido eu preciso é me provar que não sou o mesmo menino com os mesmos erros a minha fraqueza é o si, por que ele destrói qualquer marca que não possa ser minha eu preciso lembrar, que preciso esquecer, eu preciso saber eu preciso se é a solidão que me resta em meios a momentos vazios preenchidos por sorrisos cheios de esperanças
a facilidade me assusta, me inibe me desinteressa eu só queria esquecer do menino que acompanhava formiguinhas, que não entendia a prisão dos pássaros
não reconheço os meus passos, pegadas no desertos que enciste em permanecer pra me assombrar pra me fazer entender, que sofri mas vivi,

[...]

firmeza e paz do caos


E se não fosse o tempo pai de todas as coisas acabando com meu amor meu prazer minha dor,
seria eu uma poeira perdida no espaço, quero tanto ser importante, e confiante mas mentimos,


o céu não me traz um reflexo como a água, mas me faz refletir tudo valeu a pena e se foi necessário
existe beleza em tudo quando visto pelos olhos de um outro alguém, talvez pode esta aqui do lado

solidão não sinto tanto assim, certamente hoje nem tanto se a importância esta na minha voz
não tocara em seus ouvidos o meu canto, e em algum canto você me procura e você pensa,
como pode ser tão estranho se já me teve dentro de você e agora não consegue nem mesmo me ver
mas se almenos mentisse ao meu lado poderíamos estar ao mesmo lado e nada reflete o amor

entre namorados que se doam enlouquecidamente em seu inicio você desbrava com raiva
mas isso não existe mais em minhas lembranças, como eu feri tanta gente em tão pouco tempo
talvez por medo orgulho ferido, nem verdadeiramente sentido as vezes iludido mas certamente vivido
é só pensar em você que paira nuvens e em meu mundo chove, algo para, algo se move,

 explicar não sei e se talvez soubesse olha quem te toca agora! depois que eu fui em bora
quem diria que isso fosse acontecer eu sofre de novo por você e acreditar que um dia
vou superar, que você pode ler e talvez entender meus motivos nada solidários vedados
 será que se lembra? que a saudade no olhar tem meu nome, que completar cada lagrima

com um sorriso e intenções de alguém que não tem como ser só um amigo, eu não usei você
você foi combustível que de  inflamável me incendiou, você é vendaval chuvas de janeiro
que não é mais presente,  e o gosto da vida fica meu cinza colorido por que existe alegria
mas não existe eu e você, então no amanhecer falta algo não é uma noite bem dormida
sou eu muito prazer‼




precipitações


sou a presa que quer ser devorada dentro do seu corpo mesmo que molhada,
suspiros afegantes respiração constante vento quente que aos poucos deixa de ser travada
cabelos, pelos quase sem nada, dedos e seios macios, como se sente sendo amada?
olhos dentro dos meus, adoro vicio, me libertando o dia morre e nem percebo

não existe explicação pra cada ação requer uma reação nem sempre involuntária,
quero me entregar assim como o sol se entrega ao horizonte,
não sou mais hoje o que eu era ontem, erros fantasmas nem querem me abraçar
quando o seu sorriso de prazer vem me alcançar, me sacia com caricias cheia de malicias

vou me curvando ao seu poder de me fazer gemer o prazer nem sempre me deixa,
meu suor cai do meu rosto expulsando os maus pensamentos do meu corpo,
 nesse instante não é só meu você esfrega se entrega e engole, com os olhos
quase que fechados, você admira meu corpo e eu me surpreendo com o desejo o poder,

agora você sente como é ser amada e pertencer ao meu poder
minha mão caminha pelo seu corpo minha linga se arrasta
meu dentes arranham mas por favor não deixa marcas
minhas unhas, meus tapas, expensão meu descontrole

minha barba macia, provoca sensações de arrepio que percebo
e não facilito teu corpo agora é meu, somos donos do momento,
tento me controlar mais não me aguento, prazer quase que intenso,

mas preciso respirar, meu corpo necessita de mais e pretendo enterrar até a raiz
você me sente ainda mais fundo, sente meus pelos, meu mundo por inteiro,
e completo você preencho retirando o ar dos pulmões cansados, lábios secos e molhados
são selados por linguá beijos você me quer ainda mais dentro de você, e como eu quero

e espero que você sinta a mesma magia que sinto quando procuro sua mão agarro rasgo
sua branca mas não pura intimidade, talvez sejo isso mera vaidade mas na verdade é tesão
surgida de um beijo quase que roubado, quase que obrigado, de braços que não se moviam
coração que quase que não batia voz de não por ironia eu não permitia que parasse e você sedia

quase que por vontade selamos amizade  selamos parceria em um dia em que ninguém dormia
você molhada nem disfarça me agarra com a mão preenchida, e fica talvez sem graça mas não para
pra selar um beijo no rosto talvez por que a boca ja estava cansada talvez por que não estava pelada
não é minha namorada é minha parceira e isso te torna ainda mais especial um presente não físico

eu dedico a você ja que não consigo te ter, só pra mim pra poder agradecer a proteção
em forma de cordão isolando meu mundo protegendo meus sonhos não filtrados e sim libertados

mais uma vez obrigado

você se fez presente


sempre quando eu estive desanimado e armado até os dentes trancados
vou me lembrar que você se fez presente

tento existir com outra face, e expulsar os meus pecados cometidos
eu sempre quis ser bom e ver o sol surgindo do mar eu vou explicar,
pertencemos ao tempo e nem sempre acertamos a hora de abrir os olhos
e quando nos beijamos em qualquer lugar no tempo
ou espaço cabemos dentro de um abraço apertado

seja forte e fique do lado certo e mesmo preso nos braços certos será livre
pois um novo dia ressurge e você esta tão linda e tão atrasada, para ser amada
pegue minha mão e corra descalço até ficar sem ar es estou aqui e não vou a nenhum lugar
 te mostrei o mar a lua e as nuvens como se fosse a primeira vez sobrei o vento sobre os seus cabelos
que esvoaçavam e como um filme antigo um lembrança boa que se faz saudade a maldade do tempo

estou livre mas só sei voltar para prisão, quando vc só consegue lembra não construirá mais nada
cave suas lembranças que estão tatuadas no seu braço e nas suas costas um violão sem som,
uma coruja com sabedoria nas assas olhos tristes na cara tenho ainda tenho um 3/4 no meu quarto
que dizem o contrario e tenho as lembranças que me geravam confiança um pouco mais de esperança

eu ai caminhando sobre a rua outro dia
 e no meio da cidade vi tanta bagunça que parece meu quarto
de repente entrou uma pedra entre os meus dedos
 e dei uma topada no meio fio que quase pude ver Deus

mas sobre o que eu queria escrever talvez sobre o cachorro que me acompanhava
sem motivo algo e eu achei que ele até gostava de mim e me senti humilhado
condo dobrei a esquina e ele foi para o outro lado, você pode dar risada

mas não é palhaçada tinha uma barraca de batata frita eu queria comer carne moída com pão
























Atenção

Atenção

Quem sou

Sou um jovem como outros qualquer, moro no RJ, tenho uma serie de romances, poesias e pequenas cornicas já escrito, e sem previsão para serem lançada, o que desejo com este blog expor meus textos e principalmente ser entendido, gosto de jogar RPG, teatro, arte, musica, filmes, filosofia e debates em geral, bem sejam bem vindos a minha epifania...

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